Dentista Emergência

O câncer bucal é mais frequente em pessoas brancas e tem maior ocorrência no lábio inferior. Esse tipo inclui os cânceres de lábio e de cavidade oral como mucosa bucal, gengivas, palato, duro, língua oral e assoalho da boca. Normalmente, o câncer em outras regiões da boca acontece especialmente em tabagistas. Os riscos são maiores em tabagistas alcoólatras.
Entre os fatores de risco que podem agravar a doença são: idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros. O consumo de álcool aliado a maus hábitos de higiene bucal e o uso de próteses dentárias mal ajustadas também são fatores que ajudam no desenvolvimento do câncer.
O principal sintoma é o aparecimento de feridas na boca, que não cicatrizam em uma semana. Além disso, ulcerações superficiais, com menos de 2 cm de diâmetro, indolores, que podem sangrar ou não e manchas avermelhadas e esbranquiçadas nos lábios e na mucosa bucal são sinais que devem ser considerados.
Quando a pessoa apresenta dificuldade para falar, mastigar e engolir é preciso ficar atento, pois o câncer pode estar em estágio avançado.
A melhor forma de prevenção é visitar periodicamente seu dentista de confiança e manter uma rotina de cuidados preventivos. Manter uma dieta saudável e evitar o hábito de fumar também ajudam a prevenir o câncer de boca. Mas, se o câncer for diagnosticado o paciente deve seguir as instruções do seu médico para realizar os tratamentos mais eficazes. Entre as opções estão: cirurgia, radioetrapia, esvaziamento cervical da parte comprometida e a quimioterapia.
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Alterações bucais que exigem intervenções de equipes multidisciplinares e atendimentos de alta complexidade são considerados casos de Odontologia Hospitalar, que integra a atuação do dentista a um hospital, que possui mais recursos e equipamentos para realizar tratamentos mais complicados.
 
Nesse local, as responsabilidade são compartilhadas entre médicos, cirurgiões-dentistas e uma equipe assistente. O recurso dos hospitais são necessários quando as intervenções não podem ser realizadas no consultório odontológico, por falta de equipamentos ou de equipe treinada.
 
Normalmente, procedimentos mais complexos, em que a anestesia geral é necessária, são realizados nos centros hospitalares. Procedimentos emergenciais, como dores de dente, sangramentos, feridas na boca e atendimento a pacientes com necessidades especiais também são feitos em ambientes hospitalares.
 
Os dentistas também trabalham nesse ambiente para manter a saúde bucal de pacientes internados que devem ter constante inspeção da boca e estruturas associadas, higienização bucal com escovação, uso adequado do fio dental, uso de técnicas especiais de limpeza dentária e periodontal, uso correto de enxaguatórios para remoção da placa bacteriana bucal e umidificação das mucosas.
 
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emergencias dentista

É necessário um atendimento de urgência dentária com o Dentista quando houver:

  • Dor de dente (latejamento) - normalmente devido a problema de canal
  • Fratura dental (dente quebrado)
  • Trauma dental (choques fortes contra os dentes)
  • Avulsão de dente (dente que caiu ou se soltou)
  • Dentes amolecidos (com mobilidade) - normalmente devido a doença periodontal avançada
  • Prótese quebrada (fratura da prótese)
  • Soltura de prótese (prótese ou coroa que caiu)
  • Abcesso (formaçao ou saida de pús)
  • Emergências com implante dentário (soltura de prótese, parafusos, dentes)
  • Cortes na boca, lingua e gengiva

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A pericoronarite é caracterizada por uma infecção dos tecidos moles que estão ao redor da coroa do dente que não foi inrrompido completamente. Normalmente isso acontece com dentes do siso e ocorre porque as bactérias da placa bacteriana e restos de comida acumulam-se na gengiva que cobre o dente que está chegando.

Para identificar a patologia, o dentista utiliza observa algumas características principais como alterações de cor, edemas localizados e sensibilidade ao toque. Entre as causas da pericoronarite estão: traumas devido a ação do terceiro molar superior sobre o operáculo de terceiro molar inferior e retenção de alimentos entre o dente e o operáculo.

Nos casos mais leves, o tratamento pode ser feito com soluções irrigantes como água oxigenada, clorexidina e analgésicos para atenuar a dor. Nos graves, a dor é mais intensa e pode chegar ao ouvido e a cabeça, febre, aumento de volume da face, dificuldade para abrir a boca. Em alguns casos, o paciente precisa ser hospitalizado para fazer o tratamento.

Em todas as situações somente o dentista pode avaliar qual procedimento será feito e como o paciente deve proceder para resolver o problema. A visita ao especialista o mais rápido possível é a melhor forma para evitar sintomas mais agudos e problemas maiores.

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